quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Jingle bells, jingle bells...
Que saudade de quando Natal e Reveillon significavam presentes e festa, férias na casa da avó, praia, praia, cinema, passeio no Gonzaga, praia, praia, praia, queijadinha, praia, praia, milho verde cozido, praia, queijadinha, praia...
Isso que dá misturar religião com consumismo! A gente fica louca tentando equilibrar o que é impossível.
Enquanto éramos criança, tudo lindo e maravilhoso. O tempo vai passando e a família vai mudando.
Depois que se casa então, a coisa toda pode complicar muito. No meu caso, não posso reclamar já que a família dele não tem essas tradições de festa, ceia, presentes, reunião de família.
Mas as festas já não são mais as mesmas. Afinal, não foi só a gente que casou...
E depois que se tem filhos! Oh, céus!
Mas, enfim, não tem como fugir, acontece todo ano e vamos lá, aprendendo com os anos anteriores (que aumentaram muito - problema...).
Agora é a vez das nossas crianças acharem essa época linda e maravilhosa. Será que consigo ensiná-lo a viver, no futuro, essa época melhor do que eu?
sábado, 3 de novembro de 2007
Ebulição
Calor, muito calor, muuuuiiiito calor.
Não consigo pensar, ou melhor, consigo, mas em pouco tempo o calor faz com que as idéias se dissipem, como vapor.
Os Versos Que Te Fiz
(Florbela Espanca)
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que a minha boca tem pra te dizer !
São talhados em mármore de Paros
Cinzelados por mim pra te oferecer.
Têm dolência de veludos caros,
São como sedas pálidas a arder ...
Deixa dizer-te os lindos versos raros
Que foram feitos pra te endoidecer !
Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda ...
Que a boca da mulher é sempre linda
Se dentro guarda um verso que não diz !
Amo-te tanto ! E nunca te beijei ...
E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
Guardo os versos mais lindos que te fiz!
domingo, 21 de outubro de 2007
Falar ou não falar, eis a questão
É uma vontade de dar palpite na vida dos outros!
Dizendo assim ficou parecendo coisa de quem não tem o que fazer, mas não é. É preocupação, e - modéstia a parte - meus palpites não são de se jogar fora. Quem usou, não se arrependeu.
É também vontade de ver todo mundo mais feliz, vontade de ver as coisas melhorarem. É muito bom fazer parte disto, mesmo você não ganhando nada, mesmo você perdendo algumas vezes.
Lembrei de uma aula que dei na 6ª série há alguns anos (eu era eventual, a professora que cobre as faltas das titulares) . Não me lembro como surgiu o assunto, mas tentava mostrar aos alunos a satisfação de ajudar o outro, o prazer e a felicidade que sentimos quando vemos prazer e felicidade nos outros e que lá tem o nosso dedo.
Só sei que me empolguei e quando percebi, estavam todos quietos, na maior atenção - e a sala tinha uma péssima fama! Parei de falar e eles continuaram ali, na minha frente sentados, todos quietos, pensativos. Um daqueles momentos que a gente jamais esquece.
Há pouco tempo, não sei se li ou ouvi alguém afirmar que fazemos coisas pelos outros para nós mesmos. Na hora pareceu algo negativo, mas depois, pensando, cheguei a conclusão que não. No fundo é isso mesmo, inconscientemente mas é.
Saber que a sua vida é importante para alguém faz com que ela tenha uma importância diferente. E isto é viciante!
Bem, para quem gosta de astrologia, sou uma típica aquariana. E com ascendente em escorpião para ficar um pouco mais complicado... Portanto, se ninguém entender nada ou achar que ando viajando, liga não. É normal :)
Mas eu continuo aqui, pensando na casa de um, no namoro da outra, nas possibilidades profissionais de mais outro... Sem contar o casamento da minha cunhada em duas semanas e ainda não resolvi uma roupa, a minha pós que anda meio enrolada, minha alimentação, a escola do meu filho, oportunidades de novos trabalhos, meus projetos para o próximo ano...
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
E o feriado está chegando...
Quem tem criança na família, vai lembrar que é o dia delas (se não lembrarem, as crianças farão o papel da memória).
Na escola também irão perceber que o Dia das Crianças é feriado.
Quem vive em um mundo só de adultos deve estar contando com o feriado do dia 12 e, sem crianças para lembrá-los, as propagandas de brinquedos irão fazer a conexão.
Mas nem em casa, nem na escola, nem nas propagandas alguém diz: "O feriado do dia de Nossa Senhora Aparecida está chegando!"
Em tempos de hipervalorização material, a concorrência é dura!
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Que mundo fazemos?
Estava lendo um artigo sobre política de atendimento ao adolescente infrator e o autor, dr. Paulo Afonso Garrido de Paula, dizia que impunidade é diferente inimputabilidade, assim como irresponsabilidade penal não significa inimputabilidade. Segundo ele, “a inimputabilidade (art. 228 da Constituição Federal) do ponto de vista técnico, significa exclusivamente a exclusão das conseqüências jurídico-penais, ou seja, significa que o adolescente não tem capacidade legal de suportar ônus decorrentes da condenação criminal.”
Foi aí que me lembrei de um outro artigo, não sei se na revista Pátio Educação Infantil ou na Nova Escola, que dizia que determinados comportamentos da criança é que não eram adequados e não a criança em si. Aqui trato de crianças basicamente em idade pré-escolar. Acima, de menores infratores – crianças e adolescentes.
Será que nenhum dos responsáveis pela Educação, pela Assistência Social, pela Segurança no país, todos pessoas supostamente capazes de estarem à frente destes setores, em todos os seus níveis e em todas as esferas, consegue perceber que problemas não surgem do nada? Não conseguem identificar a origem desses problemas?
Segundo o professor Yves de La Taille, “há um universo moral da criança pequena, ainda rudimentar, que vai desenvolver-se, sofisticar-se com o tempo, mas que merece atenção, sobretudo se quisermos que o desenvolvimento realmente ocorra”.
A criança e o adolescente estão em formação, não são adultos. Está certo que o que separa um adolescente de um adulto é um segundo de vida, mas, que eu saiba, ainda não encontraram outra maneira. Hoje você tem 17, é um adolescente. Amanhã tem 18, é adulto. Se estiver grávida e seu bebê resolver que vai nascer dois dias antes do vencimento da carência para parto, vai pagar o hospital. Se for fazer um concurso público e a idade máxima for 35, não vai adiantar dizer que está com 36 e algumas horas, mas se tivesse nascido um dia antes, tudo seria diferente.
Hoje existem menores praticando atos considerados adultos e temos adolescentes de 30 anos. E não são casos pontuais, isolados, exceções, não é necessário procurar muito. Acredito que todos conheçamos, no mínimo, um caso (como estou sendo boazinha ...).
O que resolveria colocar um adolescente de 16 anos em prisões com adultos? E o de 15 anos e meio que praticar o mesmo ato? Quando os de 14 anos começarem a ir pelo mesmo caminho, irão querer reduzir novamente a maioridade penal? Ninguém se pergunta por que a cada dia, mais e mais menores estão perdendo sua infância e adolescência, dando pouco ou nenhum valor à vida?
Acho que já estou me perdendo em tantas idéias e pouco espaço. De qualquer maneira, o que acho importante dizer é que reduzir a idade penal não irá diminuir a violência e nem liberar homens melhores depois de cumprirem suas penas.
Não somos animais que “aprendem” com punições, castigos, restrições. É necessário mais que isso. Somos animais, mas racionais. Somos seres em desenvolvimento, do momento em que nascemos ao que morremos.
Já passou da hora, afinal os conhecimentos existem e os exemplos também, de começarmos a enxergar além do último minuto. O adolescente infrator é um adolescente, como seu filho, seu neto, seu irmão, seu primo, vizinho. Ele se tornou infrator. E por quê?
Acredito que teríamos um mundo mais fácil se começássemos a pensar, a querer saber mais, a querer entender realmente. Não seria tão cômodo quanto continuar colocando a culpa em quem tem “poder” (nós temos poder!), quanto ignorar - enquanto não for afetado. Mas seria viver, usufruir de seus direitos e cumprir seus deveres.
Vamos sonhar...
Acabei de reler a poesia abaixo e o filme ficou tão bonitinho! Ótimo para uma sexta à noite, cansada depois de uma semana exautiva e cheia de percalços, perfeito depois de rever o final de Shopgirl e estar desligada do mundo ouvindo uma seqüência de Mary J. Blige, Sarah Vaughan, Macy Gray, Diana Krall...
Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu possa.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso: é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias.
(Fernando Pessoa)
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Blogs de pesquisadores em comunicação
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Assédio moral
"É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o 'pacto da tolerância e do silêncio' no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, 'perdendo' sua auto-estima.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do 'novo' trabalhador: 'autônomo, flexível', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar 'apto' significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do 'mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais."
O site também lista as estratégias do agressor e comenta como acontece a explicitação do assédio moral*.
- Escolher a vítima e isolar do grupo.
- Impedir de se expressar e não explicar o porquê.
- Fragilizar, ridicularizar, inferiorizar, menosprezar em frente aos pares.
- Culpabilizar/responsabilizar publicamente, podendo os comentários de sua incapacidade invadir, inclusive, o espaço familiar.
- Desestabilizar emocional e profissionalmente. A vítima gradativamente vai perdendo simultaneamente sua autoconfiança e o interesse pelo trabalho.
- Destruir a vítima (desencadeamento ou agravamento de doenças pré-existentes). A destruição da vítima engloba vigilância acentuada e constante. A vítima se isola da família e amigos, passando muitas vezes a usar drogas, principalmente o álcool.
- Livrar-se da vítima que são forçados/as a pedir demissão ou são demitidos/as, freqüentemente, por insubordinação.
- Impor ao coletivo sua autoridade para aumentar a produtividade.
* Gestos, condutas abusivas e constrangedoras, humilhar repetidamente, inferiorizar, amedrontar, menosprezar ou desprezar, ironizar, difamar, ridicularizar, risinhos, suspiros, piadas jocosas relacionadas ao sexo, ser indiferente à presença do/a outro/a, estigmatizar os/as adoecidos/as pelo e para o trabalho, colocá-los/as em situações vexatórias, falar baixinho acerca da pessoa, olhar e não ver ou ignorar sua presença, rir daquele/a que apresenta dificuldades, não cumprimentar, sugerir que peçam demissão, dar tarefas sem sentido ou que jamais serão utilizadas ou mesmo irão para o lixo, dar tarefas através de terceiros ou colocar em sua mesa sem avisar, controlar o tempo de idas ao banheiro, tornar público algo íntimo do/a subordinado/a, não explicar a causa da perseguição, difamar, ridicularizar.
Achei interessante porque muitas vezes presenciamos ou vivenciamos o assédio e nem sequer sabemos. É lógico que algumas pessoas vão querer se utilizar destas idéias de forma errada. Mas aí é outro caso.
Abstrai!
Aproveitando...
"Só existem dois dias no ano em que nada pode ser feito: um se chama 'ontem' e o outro 'amanhã'". (Dalai Lama)
"Não é por as coisas serem difíceis que nós não ousamos, mas é porque não ousamos que elas são difíceis." (Seneca)
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Por incrível que pareça, eu vivi isso I
Pressuposto básico: comunicação (que no caso, como não éramos surdos ou mudos, era falada).
Detalhe: chamaram minha atenção porque eu estava falando!
sábado, 8 de setembro de 2007
Encontro de Hot Rods
Comentários liberados
Agora está liberado!
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Eu era feliz e não sabia
Apesar de ter morado lá pouco tempo, cerca de um ano, cresci passando todas as férias (que antigamente eram bem mais longas que hoje) na casa de minha avó.
Praia no José Menino, supermercado no Jumbo Eletro (que depois virou Pão de Açúcar), passeio e cinema no Gonzaga, pãozinho quente calculado pelo cheiro na padaria Roxy. Como era bom!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Desatualizada
Não era assim quando comecei o blog, então não sei se mudou ou é outro problema.
Se alguém tiver alguma idéia, please, me informe.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
A sumida, o jornalismo e o Soneto de Fidelidade
No último post escrevi que não havia desculpa e vejam só a data de hoje: 15 de agosto! Passaram-se só 23 dias!
É uma vergonha, mas tenho algumas explicações. Muito trabalho, fiquei sem internet em casa de novo (cheguei à conclusão que estou completamente dependente dela) e muito assunto.
É, não escrevi nada porque tenho muito assunto. Até tentei digitar no Word para depois só postar, mas não conseguia me fixar em uma idéia e então desistia.
Em uma conversa internética há uns meses, comentei sobre ter deixado a idéia de mestrado meio de lado porque não conseguia definir um tema apenas. A resposta foi que era próprio de jornalista (eu estava conversando com um) essa diversidade de interesses, que por ser assim tínhamos sido atraídos pela profissão. Faz sentido.
Acho que vou começar a gravar as minhas idéias no momento em que aparecem. Quem sabe assim consiga registrar tudo.
Um detalhe maluco: sempre começo meus textos pelo segundo parágrafo e depois volto para dar um início. Se tentar direto, com certeza não fluirá. Nesses dias que tentei escrever algo, as primeiras frase que me vinham à cabeça eram: "De tudo ao meu amor serei atento /Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto / Que mesmo em face do maior encanto /Dele se encante mais meu pensamento." Vai entender... Era só parar em frente o teclado, com os dedinhos prontos para começar, que lá vinha a estrofe.
Soneto de Fidelidade, declamado por Vinícius de Moraes.
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Simplesmente inaceitável
Agora que já desabafei...
Perdi meu caderno de anotações, portanto tudo que havia anotado para expor ao mundo aqui, já era.
Até tive algum tempo para pensar, ter várias idéias, filosofar muito. Foram cinco dias de molho, seguidos de mais dez dias sem internet (aterrorizante!). Agora estou de férias, portanto, sem desculpas sobre falta de tempo.
Até breve.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Um pouquinho de poesia
Paulo Leminski
Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.Tem que ter por quê?
No mundo das idéias
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Nessas bolinhas e estrelinhas poderiam estar mil palavras, mas nós não somos do tipo "que fala", então, entenda-se ° e * como tudo de bom que poderia escrever e mais alguma coisa.
Sabe aquela história de tarô e astrologia de um site? Pois então, está tendo tudo a ver com o que anda acontecendo.
Poderia dizer que é sugestão, mas sou do tipo racional, bem racional. E depois, o tipo de coisa a que estou me referindo não depende de mim. São situações, oportunidades, pessoas, idéias.
Olha que para eu estar escrevendo isto é porque estou bastante intrigada. Está afetando até o meu jeito de escrever, mas não vou rever, não. Já está muito tarde.
















